Início Série7º anoAtividade de geografia: A Nova Ordem Econômica e a Divisão Internacional do Trabalho – 7º ano e 8º ano

Atividade de geografia: A Nova Ordem Econômica e a Divisão Internacional do Trabalho – 7º ano e 8º ano

por Equipe acessaber

    Atividade de geografia, direcionada aos alunos do sétimo e oitavo ano do ensino fundamental, com questões elaboradas sobre A Nova Ordem Econômica e a Divisão Internacional do Trabalho. BNCC 7º ano: EF07GE06 e EF07GE07. BNCC 8º ano: EF08GE06 e EF08GE07.

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ESCOLA:                                                          DATA:

PROF:                                                              TURMA:

NOME: 

A Nova Ordem Econômica e a Divisão Internacional do Trabalho

    A atual configuração da economia global estabeleceu uma nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), na qual a especialização produtiva redefine o papel de cada país no mercado mundial. Enquanto as nações desenvolvidas concentram a produção de tecnologia, serviços sofisticados e o controle das patentes, os países emergentes e subdesenvolvidos ficam, em grande medida, responsáveis pela exportação de commodities e pela execução de etapas fabris que demandam mão de obra intensiva. Esse arranjo produtivo, mediado por empresas transnacionais, fragmenta o processo de fabricação em escala planetária, onde cada região contribui com uma fatia específica da cadeia de valor.
    Essa interdependência econômica gera um cenário de profunda desigualdade, uma vez que o valor agregado permanece, majoritariamente, nos países que detêm a tecnologia e o capital financeiro. A necessidade constante de atrair investimentos estrangeiros força muitas nações periféricas a flexibilizar suas legislações ambientais e trabalhistas, resultando em um modelo de crescimento econômico que, por vezes, sacrifica o desenvolvimento social interno em nome da competitividade exportadora. Assim, a DIT não funciona como um sistema de trocas equilibradas, mas como uma hierarquia que perpetua a dependência dos países menos industrializados em relação aos fluxos de capital das grandes potências.
    A análise crítica desse sistema exige a compreensão de que as redes de transporte e comunicação funcionam como as artérias dessa DIT, facilitando o escoamento de insumos e produtos finalizados entre os diferentes continentes. A eficiência logística torna-se, portanto, um fator de poder geopolítico, onde o controle sobre portos, aeroportos e eixos de integração regional determina a posição de um Estado na hierarquia econômica global. Compreender essas dinâmicas é fundamental para desvendar por que certas áreas do espaço geográfico mundial prosperam enquanto outras enfrentam ciclos persistentes de estagnação econômica e vulnerabilidade social.

 

Questões

1) Como a nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT) diferencia o papel das nações desenvolvidas do papel dos países subdesenvolvidos?
R:

 

2) De que maneira as empresas transnacionais exercem influência na organização produtiva das nações periféricas?
R:

 

3) O que explica a persistência da dependência econômica de países menos industrializados frente às grandes potências?
R:

 

4) Qual a relação entre a infraestrutura logística e o poder geopolítico de um país na economia atual?
R:

 

5) Por que o texto argumenta que o modelo de crescimento baseado na competitividade exportadora pode ser prejudicial ao desenvolvimento social interno?
R:

 

 

Por Acessaber

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