Atividade de história, direcionada aos alunos do sétimo e oitavo ano do ensino fundamental, com questões elaboradas sobre Crise do Primeiro Reinado e as agitações do Período Regencial. BNCC 7º ano: EF07HI10 e EF07HI11. BNCC 8º ano: EF08HI15 e EF08HI16.
Você pode baixar esta atividade de história em modelo editável do Word, pronta para impressão em PDF e também a atividade respondida.
Faça o download desse exercício de história em:
- Word: Atividade de história: Crise do Primeiro Reinado e as agitações do Período Regencial – 7º ano e 8º ano- Modelo editável
- PDF: Atividade de história: Crise do Primeiro Reinado e as agitações do Período Regencial – 7º ano e 8º ano – Para imprimir
- Gabarito: Atividade de história: Crise do Primeiro Reinado e as agitações do Período Regencial – 7º ano e 8º ano – Com resposta
ESCOLA: DATA:
PROF: TURMA:
NOME:
Crise do Primeiro Reinado e as agitações do Período Regencial
O Primeiro Reinado foi marcado por um crescente autoritarismo de D. Pedro I, cuja centralização do poder, consolidada pela Constituição de 1824 e pelo Poder Moderador, alienou setores importantes da elite política nacional. A impopularidade do imperador foi agravada pela crise econômica, pelos gastos excessivos com a Guerra da Cisplatina e pelo seu envolvimento excessivo nos problemas de sucessão em Portugal. Esse cenário de insatisfação culminou na abdicação de D. Pedro I em 1831, deixando o trono para seu filho de apenas cinco anos, o que precipitou a instabilidade política que caracterizou a fase regencial.
O Período Regencial, que deveria ser um momento de transição, revelou-se um laboratório político onde se testaram diferentes modelos de governabilidade em meio a uma profunda fragmentação interna. A ausência de um monarca no comando direto permitiu que as tensões provinciais, represadas pelo centralismo do Primeiro Reinado, explodissem em diversas revoltas, como a Farroupilha, a Cabanagem e a Sabinada. Essas rebeliões não foram apenas motins populares, mas reflexos das divergências sobre o grau de autonomia que as províncias deveriam possuir em relação ao Rio de Janeiro, evidenciando que a unidade territorial do Brasil era um projeto constantemente disputado.
A superação desse período de instabilidade só foi possível através da centralização imposta pelo chamado “Regresso Conservador”, que buscou restaurar a ordem e garantir a manutenção da unidade nacional sob a tutela de uma elite burocrática. A antecipação da maioridade de D. Pedro II, o “Golpe da Maioridade”, encerrou as disputas regenciais ao oferecer uma figura unificadora capaz de pacificar as elites provinciais. Assim, o turbulento intervalo entre o Primeiro Reinado e o Segundo Reinado revelou a fragilidade das instituições nacionais e a complexidade de conciliar os interesses das oligarquias regionais com o projeto de construção de um Estado centralizado.
Questões
1) Qual foi o papel do Poder Moderador na construção da imagem autoritária de D. Pedro I durante o Primeiro Reinado?
R:
2) Como a crise financeira e a Guerra da Cisplatina contribuíram para o isolamento político de D. Pedro I em 1831?
R:
3) Por que o texto afirma que o Período Regencial funcionou como um “laboratório político” para o Brasil?
R:
4) Quais eram as principais reivindicações das províncias que se rebelaram durante o período das regências?
R:
5) De que forma o “Golpe da Maioridade” serviu como estratégia de pacificação das elites nacionais frente às agitações regenciais?
R:
Por Acessaber
